25 outubro 2010

Versinho (para Mag e NN)

triangulo:
ele dilma
ela serra
eu nulo.

7 comentários:

Nilo Sérgio disse...

Tu nulo?
Eu Nilo
Antes de 2014
Temos 11, 12 e 13
Compromissos...
Onda verde pra
Vermelhor
Deus é grande!
http://www.dilma13.com.br/noticias/entry/os-13-principais-compromissos-de-dilma-com-o-brasil/
E é da lama fétida que brota a flor de lótus!

NN disse...

Fiquei pensando com os meus botoes : eu com uma mulher, a Mag com um homem. E voce??? Viva a democracia! NN adorei o versinho

school friend disse...

O pior cego é aquele que não quer ver. Preste atenção: ao ler este comentário, como é contrário à Dilma, percebeu sua reação? Não? Sim? Se sim, já é um bom sinal, de que sabe que o ego existe. Na reação, ele consome energia da alma e a cega. Se não entendeu, lamento.

Mag disse...

NN disse que vou de homem, ele de mulher e você? Eu respondo: você vai de Caetano, o nosso sempre amado poeta e cantor. Um bom muro, com dúvida mas sem fantasia vamos seguir construindo mais democracia! Boa eleição para todos!

Antonio Alves disse...

É simples: cada um anula como preferir. Uns anulam votando Dilma, outros anulam votando Serra, outros votando em branco. Eu anulo votando nulo. E estamos conversados.

luciahelena disse...

Mi queridísimo Antonio,
Yo estoy en Santiago do Chile y mañana voy a al sur de Chile para Ozorno y Puerto Montt, en la región de los lagos azules y espejados. É ruim, heim?!!!
Deseo escribir algunas cosas que comenté en blog do Marcos Afonso, hoy, domingo, 7/11/10, como pequeñas contribuiciones al guvierno de transición del Acre y de Brasil.
Lá vão:

Mi queridísimo Marcos Afonso,
Como sempre o teu post de hoje está fantástico! Não estou dizendo, é claro, como o “Show da vida”, plin, plin…rsrsrs. Nada a ver absolutamente com isto, por Diós.
O que achei incrível, meu caro filósofo, é tu articulares filosofia e política. Mesmo considerando que são coisas que a um tempo se conjuntam e se disjuntam, creio que Política sem uma base filosófica, ideológica e um ideário amplo e consistente que a oriente, acaba por se empobrecer muito, a ponto de despolitizar a própria POLÍTICA.
Se a quisermos com P maiúsculo, revitalizando-a num mundo do descrédido, do conformismo generalizado e, muitas vezes, da total indiferença (não me refiro aqui à política eleitoral ou eleitoreira). Por isso, gostaria que o governo de transição e o próximo governo oficialmente, tanto em nível local, regional e nacional se ancorasse em fundamentos filosóficos como fio condutor básico na definição de amplas linhas de ação. Não desvinculo teoria e ação, e há que se reconhecer que o mundo carece de filosofia em todos os sentidos, inclusive na própria ciência e principalmente na Política.
E, aí, creio que seu papel, Marcos Afonso, como o do Toinho Alves, Elson Martins, Binho Marques, Marina Silva, e de demais acreanos, é o de exatamente fazer tais postulações filosóficas na formulação POLÍTICA do próximo governo do Acre.
Deixo aqui esta contribuição que, para mim, é condice si qua non para se fazer Política em sentido elevado, com amplitude e abrangência – em bases sólidas, para não se cair no excesso de pragmatismo, na chamada política de resultados imediatistas e em visões distorcidas do que significa avanço. O que se pretende com industrialização do Acre? É estranho e me preocupa: a floresta vai virar matéria prima inerte, fator de produção? Pelo menos se cogita a bio-insutrialização conforme o que Sachs postula? sei não...
Há que se ter uma visão de curto prazo, evidentemente, mas é preciso a de médio e longo prazo calcada num amplo ideário socioambiental. Ou melhor, entendo que a conquista do presente deve se pautar no passado histórico e atual de los pueblos de la tradición, para a construção de futuros inéditos.
Tenho assinalado em meus escritos que é preciso ter um olhar sábio e simultâneo para frente e para trás, sem ir pra trás - o que é uma impossibilidade histórica. Fazer a "poética do agora", preconizada por Octávio Paz, implica considerar que passado, presente e futuro se conjugam (e/ou se disjuntam) na articulação de várias temporalidades e saberes – diálogo entre tempos e saberes. Modernidade (com)-tradição. Aí desconstruímos a modernidade hegemônica já em crise - desfetichezando-a - para construirmos uma modernidade alternativa: tradição e modernidade em novas sínteses históricas.
BOM DOMINGO!!!
Beijos luciahelenaBRASILEIRA – luciacreana – luciamazônida - luciacuritibana.

Nilo Sérgio disse...

Meu caro, o Acre continua precoce. As urnas daí antecipam um encontro consigo mesmo que o PT terá que fazer antes das municipais ou... Aqui também nesse continente brasileiro. Aliás, será só o PT, ou toda a política consigo mesma. Pra onde vamos com essa democracia que não pode ser interditada nos recursos, instrumentos, na ética, na expansão necessária? Por onde o nosso amigo pretende estar na luta que continua?
“A luta contra a estupidez de alguns que exercem poder é a única luta humana que é sempre em vão, mas que nunca pode ser abandonada.” Jan Werich (humorista tcheco)